<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5482484443129317312</id><updated>2011-11-10T21:10:07.059-08:00</updated><title type='text'>O Último Atlante</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://oultimoatlante.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5482484443129317312/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oultimoatlante.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rafael Levi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01601168192505631448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-ZwuTwuIJowk/TjrpfYRmJDI/AAAAAAAAAfs/yLQxcO6zpqE/s220/Real_Eyes.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5482484443129317312.post-7371556253935511959</id><published>2011-01-14T16:43:00.000-08:00</published><updated>2011-11-10T21:10:07.090-08:00</updated><title type='text'>Mnemosyne - II</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'times new roman';"&gt;                              &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;.: Amnésia :.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'times new roman';"&gt;O  jovem náufrago segue vagando pela orla da praia, atravessa um acúmulo  rochoso afim conseguir uma vista do que há além da fechada baía. Pisa  cautelosamente pelas partes mais secas e ásperas das pedras  perigosamente cobertas de musgo, inclinadas em ângulos que facilitam  ainda mais o tombo. Muitas sobrepostas e com pontas e quinas apontando  para cima. Parece uma travessia boba, mas é justamente em subestimá-la  que se encontra o perigo. Ele caminha preferindo pisar em algumas quinas  doloridas para obter maior firmeza, algumas balançam perigosamente, mas  ele atravessa e em um pulo sente a maciez da areia quente.&lt;br /&gt;Agora tendo uma vista melhor da continuação da praia fica impressionado &amp;nbsp;com a sua extensão, terminando em uma curva muito ao longe que  provavelmente levará a mais quilômetros de areia e mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele continua andando pela orla a procura de algum sinal de civilização  enquanto observa a espessa mata fechada e sombria. Curiosamente não há  sinal algum de vida, não percebe a presença de um espécime sequer, nem  mesmo pequenos insetos, nem sequer pequenas lembranças. - A selva se  fecha para se proteger, do que me protejo tentando esquecer? - Seus  pensamentos continuam anestesiados e nada faz a não ser trilhar o  caminho em busca de respostas. Sua busca por algum sinal de civilização  parece não trazer resultado algum, horas passam e nada encontra a não  ser perguntas. Adentrar a mata não parece ser a melhor escolha, pois  seria muito mais fácil de se perder e não sabe que criaturas pode encontrar  em sua exploração. A mata começa um pouco espaçada pela área do mangue  com um solo salino e barrento, com porções de raízes pontudas saindo do  solo lodoso, mas logo à frente a concentração de arvores vai aumentando,  assim como a variedade. A mata se torna tão espessa o sol parece não  chegar no solo criando um umbral vegetativo e emaranhado. Está  escurecendo e a ideia de explorar a mata se torna cada vez mais  perigosa. O viajante decide achar um lugar para dormir e pela manhã  seguir viagem pela selva. As ondas vêm e voltam em um ritmo hipnótico, o  sol começa a morrer, decaindo para trás da serra. A seda negra da noite  pontuada por estrelas começa cobrir os céus e com ela vem o frio úmido  do litoral. Já se faz visível o brilho pálido de Selene, se expondo  minimamente com uma fina curva, é lua minguante, o que torna a maré mais  calma, e agora está recuando aos poucos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sentindo-se cansado como se tivesse caminhado por um labirinto enorme o  jovem cambaleando se encosta a uma rocha ereta e dorme sentado com  seus cabelos cobrindo lhe o rosto dando a ele um ar tenebroso. Deixa-se  levar pelo delicioso som do quebrar das ondas, mas de forma paradoxal  este som é engolido pelo silêncio selvagem, como se algo estivesse para  acontecer. O sumiço do último raio de sol traz a tona centenas de  diferentes sons, de toda sorte de criaturas a espera do viajante  adentrar a selva. Aos poucos ele se deixa levar por Morpheus e fecha os  olhos tombando seu rosto para frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cabelo desliza pelos ombros e deixa a mostra suas orelhas com pontas  discretas semelhantes a dos elfos. Suas roupas o protegerão da brisa  litorânea. Está vestido com uma túnica leve enrolada na transversal de  cores azuladas e ornamentos ondulados que demonstram um capricho digno  dos nobres, preso por um longo pano enrolado que lhe cobre o abdome. Um outro tecido pende da cintura para baixo fazendo um arco  cobrindo uma das coxas sendo cruzado por uma corrente de largos aros  grossos de prata presos apenas de um lado da cintura pendendo do lado  oposto do tecido. Veste uma calça branca solta que chega até os joelhos e  é presa por faixas que se enrolam até os calcanhares. Faixas enrolam  também seus antebraços e mãos. Por cima de tudo para se abrigar do frio  está enrolado em uma manta branca comprida o suficiente para cobrir boa  parte de seu corpo enrolada ao modo grego. E um pequeno objeto brilhante  se destaca pendendo de seu pescoço preso por um cordão, um orbe azul  translúcido, mas que parece estar mudando o tempo todo em seu interior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recolhido em sono profundo passava uma aura obscura, se misturando ao  clima noturno e se tornando parte da escuridão. Apesar de normalmente destoante no  meio da areia límpida conseguia se mesclar e passar despercebido a  qualquer um que olhasse. Quando parecia que seus sonhos o levariam a  alguma lembrança útil algo o chama a atenção. A maré por algum motivo  curioso estava avançando mais rápido que o normal como se pretendesse engoli-lo. O jovem se  levanta, nem se lembra de ter dormido, mas já não está mais com sono.  Aparentemente alguma coisa o fez decidir por atravessar a selva durante a  noite mesmo. Seus olhos parecem firmes e determinados mesmo sem saber o  porquê, simplesmente crê que o fluxo o leva a esta situação. Toda  aquela aura obscura se dissipa e ele volta a passar um ar de serenidade e  pureza. -Esta noite não poderei dormir, terei de entrar na mata ou  serei devorado pelo mar- Pensa obstinado e assim o faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ambiente selvagem é escuro absoluto adentrando apenas algumas brechas  de luz azul-esverdeada proveniente da mistura da luz da lua e da camada  de finas folhas nas copas das árvores. O ar está pesado, mal pode ver  por onde anda, mas isso não o impede de continuar, muito mais do que a  razão ele está seguindo a intuição. Afastando alguns galhos ele para  repentinamente se atentando ao que há a seu redor e ouve passos lentos, medidos, que entregam se tratar de um animal a espreita. Ele está sendo  observado, então decide correr. Galhos chicoteiam sua pele e pequenos seres  se afastam ao ouvir seus passos. Não sabe se teme ser ferido ou ferir  algo, apenas deseja evitar o conflito. Seu coração dispara e percebe que  o embate já está traçado no momento em que penetrou na vegetação. Algo  dentro de si sente que finalmente se colocou na situação que desejava,  como se o que desejasse fosse combate. Algo que não era ele, uma  assombração interna, um sussurro. Eis que no decorrer da corrida corta o  pé em uma pedra pontiaguda e sente uma sensação estranha, a aura  obscura começa lentamente a contornar seu corpo como um abraço líquido.  Desatento tropeça e rola morro abaixo e sua percepção já começa a ficar  conturbada. Levanta-se do chão confuso olhando para os lados, já não  consegue pensar claramente e enquanto sua mente cospe lembranças seus  sentidos piscam até não controlar mais seu corpo. Sente que algo maior o  conduz, mas ainda assiste a tudo. O estalar de um galho denuncia a  posição da fera, em um reflexo ele se vira na direção do barulho  agarrando uma galho firme no solo sujo cheio de folhas mortas. Em um  salto o grande felino avança contra o aturdido viajante. O que se vê em  seguida é uma onça trespassada por uma lança improvisada caindo para o  lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jovem se levanta desajeitadamente e abrindo os braços expondo o peito  com voracidade olha para o céu de olhos arregalados dando um grito mudo,  escancarando a boca e soltando todo ar sem fazer som. Enquanto uma  tempestade de pensamentos lhe vem à mente de forma difusa e elétrica uma  palavra lhe salta à mente antes de desfalecer: Leviatã!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'times new roman';"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'times new roman';"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5482484443129317312-7371556253935511959?l=oultimoatlante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oultimoatlante.blogspot.com/feeds/7371556253935511959/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oultimoatlante.blogspot.com/2011/01/mnemosyne-ii.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5482484443129317312/posts/default/7371556253935511959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5482484443129317312/posts/default/7371556253935511959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oultimoatlante.blogspot.com/2011/01/mnemosyne-ii.html' title='Mnemosyne - II'/><author><name>Rafael Levi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01601168192505631448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-ZwuTwuIJowk/TjrpfYRmJDI/AAAAAAAAAfs/yLQxcO6zpqE/s220/Real_Eyes.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5482484443129317312.post-5635623505784545754</id><published>2011-01-14T16:41:00.001-08:00</published><updated>2011-10-26T11:34:29.584-07:00</updated><title type='text'>Mnemosyne</title><content type='html'>&lt;div dir="ltr" style="text-align: left;" trbidi="on"&gt;&lt;div style="font-family: times new roman; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 130%;"&gt;.: Despertar :.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'times new roman';"&gt;O  sol está nascendo iluminando a fria manhã de um dia qualquer, em uma  praia deserta um ser é lançado à areia, jogado feito um anjo  caído. O mar parece calmo, subindo o nível apenas para deixar o estranho  visitante.&lt;br /&gt;Ele parece despertar de um sono profundo, abre os olhos cansadamente com  a mente confusa retomando o movimento do corpo. Começa a se dar conta  de onde está e que existe fisicamente, ainda não se mexe plenamente, mas  as dores em seus membros não lhe deixam pensar direito. É a ferrugem do  tempo, pensa ele. Tempo esse que não parece se expressar em sua  aparência jovial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele se levanta lentamente, ouvindo o vento deslizar sobre seu corpo  sacudindo suas vestes e seus longos e alvos cabelos. O náufrago se  mantém quieto prestando atenção aos sons à sua volta e nada encontra se  não o quebrar das ondas. O cenário que o cerca é uma densa mata virgem,  com alguns coqueiros espalhados mais perto da areia. A orla é de uma  areia branca em forma de um "c" com penhascos criando uma proteção  natural para a região com grandes rochas indo até o arrecife. A paisagem  parece congelada no tempo, intocada, inanimada, o que desperta sua  curiosidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O dia está claro com pouquíssimas nuvens bem altas esparramadas como  pinceladas de tinta aguada feitas com rápidos movimentos. Atlas parece  afastar Uranos o máximo que pode de Gaia. A abóbada celeste parece se  misturar com o oceano no longínquo horizonte, dando a sensação de que  não há separação entre céu e mar. Não é a toa que Zeus e Poseidon são  irmãos. Por enquanto parecem em paz, até demais, como silentes e  sonolentos seres recostados um no outro.&lt;br /&gt;A calmaria parece incomodar o jovem, que revela em sua face uma profunda  concentração. Compenetrado tenta lembrar-se de seu passado, mas apenas  relâmpagos de imagens distorcidas lhe vem à mente.&lt;br /&gt;Sua mente estava como a praia, tranquila, porém vazia e confusa, perdida no tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele começa a se indagar de como foi parar&amp;nbsp; ali, pois não vira pegadas na  areia e sequer um barco ancorado. Talvez seu barco tenha afundado.  Perdido em suas reflexões para por um segundo, limpa e mente e percebe  que sequer sabe seu nome. Não tem lembrança alguma de seu passado. Sem  memórias de antes de acordar, foi como se tivesse acabado de nascer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: 'times new roman';"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: 'times new roman';"&gt;...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5482484443129317312-5635623505784545754?l=oultimoatlante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oultimoatlante.blogspot.com/feeds/5635623505784545754/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oultimoatlante.blogspot.com/2011/01/mnemosyne.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5482484443129317312/posts/default/5635623505784545754'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5482484443129317312/posts/default/5635623505784545754'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oultimoatlante.blogspot.com/2011/01/mnemosyne.html' title='Mnemosyne'/><author><name>Rafael Levi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01601168192505631448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-ZwuTwuIJowk/TjrpfYRmJDI/AAAAAAAAAfs/yLQxcO6zpqE/s220/Real_Eyes.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5482484443129317312.post-4092475177997731865</id><published>2010-12-25T19:54:00.000-08:00</published><updated>2010-12-25T19:56:47.181-08:00</updated><title type='text'>Mudanças</title><content type='html'>Caros leitores,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiramente aviso que agora tem um nome definitivo esta história:&amp;nbsp; O Último Atlante.&lt;br /&gt;Sendo assim o domínio e o título do blog foram alterados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gostaria de avisar que haverão alterações em todos os textos com a intenção de melhorar a qualidade da narrativa. Para que seja possível certas interações, segredos e mudanças de ponto vista o narrador deixará de ser em primeira pessoa e passará a ser em terceira pessoa.&lt;br /&gt;Manterá ainda a mesma linguagem e estilo, mas sob uma visão que possibilitará melhor análise das situações, cenários entre outras circunstâncias. Aproveitarei para aprimorar como puder os textos enquanto reescrevo. Até então a história não muda, talvez em pequenos detalhes, sendo assim caso não queira reler o que já foi escrito não perderá quase nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Decidi levar a história mais a sério e assim que fizer as alterações escreverei capítulos mais frequentemente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero que continue acompanhando a saga do Último Atlante.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5482484443129317312-4092475177997731865?l=oultimoatlante.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://oultimoatlante.blogspot.com/feeds/4092475177997731865/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://oultimoatlante.blogspot.com/2010/12/mudancas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5482484443129317312/posts/default/4092475177997731865'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5482484443129317312/posts/default/4092475177997731865'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://oultimoatlante.blogspot.com/2010/12/mudancas.html' title='Mudanças'/><author><name>Rafael Levi</name><uri>http://www.blogger.com/profile/01601168192505631448</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://4.bp.blogspot.com/-ZwuTwuIJowk/TjrpfYRmJDI/AAAAAAAAAfs/yLQxcO6zpqE/s220/Real_Eyes.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
